segunda-feira, 15 de abril de 2019

7 sinais de que alguma coisa não vai bem na sua mente

Na verdade não se pode falar de uma mente “normal” e outra “anormal”. Se você olhar bem, o que em uma determinada época e local é “normal”, em outro tempo e outro lugar pode ser considerado patológico. A mente e o comportamento humano têm manifestações muito variadas, e o fato de saírem do comum não significa dizer que estejamos diante de algum tipo de problema.
Apesar disso, também é bom lembrar que a mente pode apresentar problemas e/ou adoecer. Por exemplo, isto acontece quando alguém desenvolve ideias ou condutas que sistematicamente machucam a si mesmo ou aos outros, ou quando existe uma dificuldade severa para distinguir os fatos das fantasias.
“As cadeias da escravidão somente amarram as mãos: é a mente que torna o homem livre ou escravo”.
-Franz Grillparzer-
A grande dificuldade está nas pessoas que têm problemas psicológicos e que muitas vezes não são conscientes disso. Em geral isso se reflecte em um relacionamento de confrontos: quanto mais graves os problemas, menos consciente a pessoa é. Isso se deve ao fato de que a dificuldade se cria na mente, e essa mesma mente é a que realiza a avaliação.
Por isso é importante estar atentos aos sintomas. Estes se definem como traços, sinais ou características de conduta. Não são conclusivos, mas podem sugerir a existência de alguma dificuldade na mente. A seguir apresentamos 7 deles.

A percepção e os problemas na mente

A percepção é a capacidade de captar o mundo com os sentidos. Audição, visão, tacto, paladar e olfacto. O correto é perceber as cores, as formas, os cheiros, etc., tal como são. Está bem, ok, existe uma margem, o nosso sistema de percepção é especialista em nos “passar a perna” e não por isso existe um problema sério em nossas mentes. Para determinar se é ou não é, uma dica é avaliar se estas “passadas de perna” estão condicionando a sua vida, e se são ou não a causa de um mal-estar.
Às vezes nossas mentes percebem coisas que realmente não estão ali.Vemos, ouvimos ou sentimos alguma coisa que não existe. Isto é vivenciado de forma muito real, mesmo não sendo. É comum que todos alguma vez tenhamos alguma experiência alucinogéna. É comum, por exemplo, quando estamos sozinhos ou estamos em uma casa antiga: nestas situações a mente amplifica a intensidade de qualquer tipo de estímulo. Pense que o problema aparece quando isso se torna constante e o mal-estar que provoca se intensifica.

A organização do pensamento

É compreensível que todos tenhamos momentos ou fases de dispersão. Passamos de um assunto para outro, ou de uma actividade para outra, sem muita ordem. O stress ainda faz o caos aumentar. Em geral, a consequência é “apenas” mais stress.
O problema aparece quando essa dispersão se transforma em incoerência e se mantém de forma quase constante. Tal incoerência se refere a uma certa incapacidade de manter o fio de um pensamento ou de uma conversa. A pessoa pula de uma ideia para outra, sem nexo aparente entre uma e outra.

O conteúdo do pensamento

O conteúdo do pensamento denota uma mente afectada quando tem certos traços. O mais notável deles é a fixação. As crenças inflexível e intensas são, em si mesmas, um problema. Mas quando além disso estão afastadas da realidade, podem ser fonte de grande angústia.

O estado de consciência

Na nossa vida diária existem muitos fatos que fogem da consciência. Isso é próprio de qualquer mente “normal”. Por exemplo, acontece quando levantamos da cadeira para fazer alguma coisa e, assim que ficamos de pé, esquecemos ou deixamos para trás de forma deliberada nossas intenções.
No caso destas fugas de consciência se tornarem corriqueiras, ou envolverem fatos relevantes, poderíamos falar de um problema na mente. Se alguém faz alguma coisa e depois não tem ideia de por que ou para que ou como o fez, então há uma boa razão para suspeitar.

A mente e a atenção

Os problemas de atenção têm a ver com uma ausência ou excesso de concentração. Quando existe falta de foco, a mente dança de um lado para o outro, sem rumo. Por exemplo, a pessoa é incapaz de seguir uma instrução passo a passo.
Se, pelo contrário, existe um excesso de foco, a pessoa perde a atenção periférica. Isso quer dizer que é incapaz de se conectar com o entorno quando dirige a sua atenção para alguma coisa. Obviamente, para que seja um problema da mente este sintoma precisa ser severo e se manter presente durante o tempo que os critérios diagnósticos estipulam.

A memória e o reconhecimento

Os lapsos de memória e a incapacidade de reconhecimento podem ter muitas causas. Surgem do stress, da fadiga, ou do excesso de estímulos, entre outros factores. A memória humana não é como a de um computador. Por exemplo, pense que as emoções influenciam muito na profundidade com que registarmos um fato ou um dado.
O que algumas pessoas chamam de “lacunas mentais” ou amnésias parciais ou totais de fatos relevantes constituem um indicador de que alguma coisa está acontecendo naquela mente. O esquecimento recorrente, ou a incapacidade de reconhecer fatos nos quais esteve envolvido, são fontes de suspeita com fundamento.

A linguagem e a mente

A linguagem é o principal veículo do pensamento. Uma linguagem clara fala de uma mente clara. Mas ao contrário, sempre que existe um problema na mente, isso se reflecte em uma linguagem confusa, desorganizada ou pouco pertinente.

No campo da linguagem cabem expressões não estritamente verbais, como o tom de voz ou o gestual. Alguém que não é capaz de sustentar o olhar ou que faz excessivos movimentos quando fala também pode ter problemas. Lembre-se de que neste, como nos outros casos, é necessário que a análise seja feita por um profissional.

Humilhação: um ataque à nossa identidade

Humilhação: um ataque à nossa identidade

Há muitas emoções que podemos sentir intensamente. Culpa, raiva e tristeza são algumas deles. No entanto, há uma que não mencionamos e que causa um impacto tão forte que pode nos destruir: a humilhação.
A humilhação é um estado emocional negativo que deixa uma profunda e negativa sensação em cada um de nós. Sentir que não valemos nada, que somos medíocres, que independentemente do que façamos seremos ridicularizados, é uma cruz que podemos arrastar por um longo tempo.

A humilhação activa áreas cerebrais ligadas à dor

A Universidade de Amsterdã realizou um estudo no qual participaram 46 voluntários para comparar suas reacções diante de diferentes estados emocionais. Os pesquisadores analisaram as ondas cerebrais dos participantes enquanto estes ouviam insultos e elogios em uma tela.
Os participantes também contaram histórias diferentes nas quais eles tinham que se colocar na pele dos protagonistas. Desta forma, poderiam conectar suas emoções colocando-se em seus lugares. Por exemplo, em uma das situações eles marcavam com alguém e, assim que esta outra pessoa chegava, virava-se e ia embora.
Os pesquisadores descobriram que o sentimento de humilhação causa uma actividade cerebral muito mais rápida e intensa do que a alegria, mais negativa que a raiva e que, além disso, as áreas ligadas à dor também foram activadas.
Embora os elogios criem alegria, o sentimento de humilhação era muito mais intenso que aquelas emoções prazerosas. Mas, o mais incrível foi observar que ele não podia competir com a raiva. Os insultos fizeram com que muitos dos participantes ficassem irritados ou chateados, mas a humilhação tinha uma carga muito mais negativa.

O sentimento de humilhação está presente em nossas vidas diárias

A humilhação é uma emoção presente no dia a dia. Na verdade, muitas pessoas não conseguem se comunicar se não for humilhando os demais, acreditando que estão realmente lhes fazendo o bem. O que acontece é que eles não têm a empatia necessária para transmitir o que querem dizer de uma maneira mais agradável e subtil.
Um exemplo seria a mãe que elogia o colega de seu filho e o mostra como uma referência em várias tarefas e comportamentos. Sem saber disso, ela pode estar negligenciando o esforço de seu filho. Se essa comparação for feita com as duas crianças presentes, o desconforto do seu filho pode ser ainda maior por causa da humilhação criada.
A humilhação é uma emoção desagradável e intensa que geralmente dura ao longo do tempo devido à profundidade de sua ferida. Isso afecta nossa auto estima e, de alguma forma, torna muito difícil fortalecê-la novamente.

Diante da humilhação, auto estima
O que podemos fazer diante de tudo isso? Como podemos evitar que a humilhação nos afecte e nos deixe uma profunda marca? Como gerenciar o desconforto que nos causa?
A chave é conhecer a si mesmo e se valorizar. É não dar mais poder à opinião dos outros do que às nossas. É saber quem somos e impedir que os outros nos definam. Em suma, é cuidar da nossa auto estima para que, em momentos de dúvida, possamos recuperar a confiança em nós mesmos.
Para isso, é muito importante cuidar da nossa linguagem interna, da maneira como falamos com nós mesmo. Nós nos dizemos coisas agradáveis ​​ou repetimos constantemente “eu sou um tolo”, “tudo dá errado comigo” ou “eu sou um desastre”?
Temos que nos tratar bem, valorizar-nos e nos amarmos. Se somos permissivos com os outros, por que não sermos com nós mesmo? Sempre existirão os erros, não queremos ser perfeitos.
Nós temos que nos valorizar até o ponto em que qualquer tentativa de humilhação por parte de outra pessoa seja indiferente para nós. Porque não podemos impedir que outros nos humilhem, mas podemos mudar a maneira como isso nos afecta.
Agora que entendemos que isso é um ataque à nossa identidade cujo objectivo é nos causar dor, vamos agir. Vamos começar a valorizar-nos, a não depender tanto da aprovação externa e acreditar que somos bons e capazes.

quinta-feira, 11 de abril de 2019

9 sinais de que você precisa terminar seu relacionamento

1. Sentir-se infeliz no relacionamento

2. Você não pode ser você mesmo quando está ao lado do parceiro ou parceira

3. A outra pessoa tenta controlar tudo que você faz

4. Seu parceiro ou parceira quer que você se isole do resto do mundo

5. Tem ciúmes sem motivos


6. Frequentemente, menospreza suas conquistas

7. É difícil ou impossível imaginar um futuro juntos

8. Tentar fazer com que você se sinta culpado

9. Ataques incontroláveis de fúria

Podemos fazer alguém se apaixonar por nós? A ciência diz que sim!

1. Não compre um sorvetinho no primeiro encontro

2. As vantagens de um contato visual prolongado

3. Conte algo embaraçoso sobre você

4. Não faça nada; deixe que façam algo por você

5. Um detalhe pode criar uma linguagem única com seu pretendido, mudando o nível da relação

6. O tamanho da pupila importa

7. Passem muito tempo juntos... e, logo, você fará falta

8. Faça com que a pessoa escolhida associe você a algo bom

9 Hábitos que definem uma pessoa fracassada

1. Culpar os outros pelo seus problemas

2. Comparar-se a outras pessoas

3. Não confiar em si mesmo

4. Abandonar seus objectivos e princípios

5. Não saber se comunicar com outras pessoas

6. Adiar as coisas

7. Não aceitar outros pontos de vista

8. Amar ofertas e ser perdulário

9. Invejar e caluniar os outros

8 Razões que levam muitos homens modernos a ficarem solteiros

1. Baixa autoestima e falta de autoconfiança

2. Um aspecto físico não agradável

3. Incapacidade de causar uma boa impressão

4. Muito trabalho

5. Uma experiência triste de uma relação anterior

6. Posição desfavorável do homem em um divórcio

7. Medo de assumir responsabilidades

8. O hábito de viver sozinho


Casamento harmonioso

Saber escutar o outro " Falaremos sobre isso juntos".

Mostrar amor, carinho e apoio.

Ver as vantagens de estar com a outra pessoa.

Cada um deve se doar da melhor maneira possível.

Entender que cada um tem a sua vida. "Tenho coisas para fazer".

Resolver os problemas juntos. "Quero resolver os problemas, vamos encontrar uma solução juntos".

Criticar a ação, não a pessoa. "Aconteceu X, senti a emoção B e quero sentir C".

Confiar na outra pessoa e não exigir explicação para tudo.

Casamento antes do divorcio

Evitar a comunicação : Não quero falar sobre isso.

Parar de cuidar dos sentimentos do outro : Mostrar rancor e censurar o outro.

Focar nos defeitos da outra pessoa.

Pensar no que a outra pessoa te dá e e querer dar exactamente o mesmo ou menos.

Viver a vida da outra pessoa : "Vou aonde você for".

Fugir dos problemas.

Sempre criticar a outra pessoa.

Controle excessivo sobre a outra pessoa.

10 Sentimentos com os quais os manipuladores adoram brincar

1 Sentimento de culpa

2 A reputação

3 O dever

4 O medo de ser rejeitado

5 Sentimento de gratidão

6 Sentimento de pena

7 O medo da solidão

8 Vergonha

9 Esperança

10 Vaidade

Assédio virtual

assédio virtual (do inglês cyberbullying) é uma prática que envolve o uso de tecnologias de informação e comunicação para dar apoio a comportamentos deliberados, repetidos e hostis praticados por um indivíduo ou grupo com a intenção de prejudicar o outro.Tem se tornado cada vez mais comum na sociedade, especialmente entre os jovens. Actualmente, legislações e campanhas de sensibilização têm surgido para combatê-lo.

Definição


O assédio virtual pode ser definido como:
"Quando a Internet, telefones celulares ou outros dispositivos são utilizados para enviar textos ou imagens com a intenção de ferir ou constranger outra pessoa."
Outros pesquisadores utilizam uma linguagem semelhante para descrever o fenômeno.
O assédio virtual pode ser tão simples como continuar a enviar e-mail para alguém que já disse que não quer mais contacto com o remetente, ou então pode incluir também ameaças, comentários sexuais, rótulos pejorativo, discurso de ódio, tornar as vítimas alvo de ridicularizarão em fóruns ou postar declarações falsas com o objectivo de humilhar.
Os assediadores podem divulgar os dados pessoais das vítimas (como nome, endereço ou o local de trabalho e/ou de estudo) em sites ou fóruns, ou publicar material em seu nome que o difame ou ridicularize-o. Alguns também podem enviar e-mails e mensagens instantâneas ameaçando e/ou assediando as vítimas, postar rumores e boatos e instigar os outros a agredir a vítima. 
No ensino médio, as meninas são mais propensas a se envolver nesse tipo de assédio do que os meninos. Mas, independente do género do assediador, seu objectivo é intencionalmente envergonhar, perseguir ou fazer ameaças on-line a outros. Esse assédio moral pode ocorrer por meio de e-mail, mensagens de texto e mensagens para blogs e sites (como os de relacionamento).
O assédio virtual pode ser considerado tão prejudicial quanto o assédio "tradicional", podendo, inclusive, levar, em casos extremos, ao suicídio.
Embora o uso de comentários sexuais esteja, às vezes, presente no assédio virtual, esse não é o mesmo que assédio sexual.
A massificação da Internet, especialmente pelo uso entre as novas gerações, contribui para o aumento do assédio virtual, pois, no mundo virtual, os assediadores não precisam fornecer suas verdadeiras identidades. A prática de cyberbullying, porém, não se limita apenas às crianças ou jovens, podendo ocorrer também entre adultos.
No verão de 2008, os pesquisadores Sameer Hinduja, da Universidade Atlântica da Flórida e Justin Patchin, publicaram um livro que resume o estado atual da investigação sobre o assédio virtual: Bullying Beyond the Schoolyard: Preventing and Responding to Cyberbullying ("Assédio além do pátio da escola: prevenindo e respondendo ao assédio virtual").

Bullying

Bullying contra deficientes


Foi observado que as pessoas com deficiência são mais afetadas por bullying e abusos, e tal atitude tem sido citada como um crime de ódio.O bullying não se limita àqueles que são visivelmente incapacitados, como usuários de cadeira de rodas ou fisicamente alterados, como pessoas com fissura labial, mas também aqueles com dificuldades de aprendizagem, como portadores de autismo e transtorno de coordenação do desenvolvimento.

Bullying professor–aluno

O assédio escolar pode ser praticado de um professor para um aluno. As técnicas mais comuns são:
  • intimidar o aluno em voz alta rebaixando-o perante a classe e ofendendo sua auto-estima. Uma forma mais cruel e severa é manipular a classe contra um único aluno o expondo a humilhação;
  • assumir um critério mais rigoroso na correcção de provas com o aluno e não com os demais. Alguns professores podem perseguir alunos com notas baixas;
  • ameaçar o aluno de reprovação;
  • negar ao aluno o direito de ir ao banheiro ou beber água, expondo-o a tortura psicológica;
  • difamar o aluno no conselho de professores, aos coordenadores e acusá-lo de actos que não cometeu;
  • tortura física, mais comum em crianças pequenas; puxões de orelha, tapas e cascudos.
Tais actos violam o Estatuto da Criança e do Adolescente e podem ser denunciados em um Boletim de Ocorrência numa delegacia ou no Ministério Público. A revisão de provas pode ser requerida ao pedagogo ou coordenador e, em caso de recusa, por medida judicial.

Homossexuais

Assédio moral contra homossexuais e ataques contra homossexuais designam abusos verbais ou físicos directos ou indirectos de uma pessoa ou grupo contra alguém que é gay ou lésbica, ou percebido como tal devido a rumores ou porque são considerados se encaixarem em estereótipos gays. Os jovens gays e lésbicas são mais propensos do que os jovens heterossexuais a denunciar o bullying.

Militar


Pais contra filhos


 o assédio como: "... o uso de força física ou abuso de autoridade para intimidar ou vitimizar outros, ou para infligir castigos ilícitos"

Em alguns países, rituais humilhantes entre os recrutas têm sido tolerados e mesmo exaltados como um "rito de passagem" que constrói o carácter e a resistência; enquanto em outros, o assédio sistemático dos postos inferiores, jovens ou recrutas mais fracos pode, na verdade, ser encorajado pela política militar, seja tacitamente ou abertamente (veja dedovschina). Também, as forças armadas russas geralmente fazem com que candidatos mais velhos ou mais experientes abusem — com socos e pontapés — dos soldados mais fracos e menos experientes.

Pais contra filhos


Pais que podem deslocar sua raiva, insegurança, ou uma necessidade persistente de dominar e abusar de seus filhos de maneira excessiva, provaram aumentar a probabilidade de que seus filhos tornam-se excessivamente agressivos ou controladores de seus pares.

A American Psychological Association aconselha em seu website que pais que suspeitam que seus próprios filhos podem estar envolvidos em actividades de bullying entre seus pares devem considerar cuidadosamente os exemplos que eles mesmos podem estar transferindo aos seus próprios filhos em relação a como eles normalmente interagem com seus colegas, amigos e filhos.


Bullying sexual


Ver também O bullying sexual é "Qualquer comportamento de bullying, seja físico ou não físico, baseado na sexualidade ou no género de uma pessoa. É quando a sexualidade ou o género é usado como arma por meninos ou meninas contra outros meninos ou meninas - embora seja mais comumente dirigido às meninas. Pode ser realizado na presença da vítima, por boatos ou através do uso de tecnologia (redes sociais, e-mails etc)".

Local de trabalho


O assédio moral no local de trabalho ocorre quando um funcionário experimenta um padrão persistente de maus tratos de outras pessoas no local de trabalho o que lhe causa danos.[81] O assédio moral no local de trabalho pode incluir tácitas como abuso verbal e não-verbal, abuso psicológico, abuso físico e humilhação. Esse tipo de agressão no local de trabalho é particularmente difícil porque, ao contrário das formas típicas de bullying' escolar, os agressores do local de trabalho geralmente operam dentro das regras e políticas estabelecidas da sua organização e sociedade. O bullying no local de trabalho é na maioria dos casos relatados como tendo sido perpetrados por alguém em autoridade sobre o alvo. No entanto, os agressores também podem ser colegas e, ocasionalmente, podem ser subordinados.

bullying

Não há uma definição universal de bullying, no entanto, é amplamente aceito que o bullying é uma subcategoria de comportamento agressivo caracterizada pelos três critérios mínimos a seguir: intenção hostil,  desequilíbrio de poder e  repetição sobre um período de tempo.


O pesquisador norueguês Dan Olweus diz que o bullying ocorre quando uma pessoa é "exposta, repetidamente e ao longo do tempo, a ações negativas por parte de uma ou mais pessoas". 
Ele diz que as ações negativas ocorrem "quando uma pessoa intencionalmente inflige dano ou desconforto a outra pessoa, através de contato físico, através de palavras ou de outras formas".
 O bullying individual é geralmente caracterizado por uma pessoa se comportando de uma certa maneira para assim obter poder sobre outra pessoa.

Físico


bullying físico é qualquer tipo de bullying que contém agressão ao corpo de alguém ou que danifica seus pertences. Roubar, empurrar, bater, lutar e destruir pertences são tipos de bullying físico. O bullying físico raramente é a primeira forma de bullying que um alvo experimenta, na maioria das vezes o bullying começa de forma diferente e depois evolui para a violência física. No bullying físico, a arma principal usada pelo agressor é seu corpo ao atacar seu alvo. Às vezes, grupos de jovens adultos visam e alienam um colega por causa de algum preconceito adolescente, isso pode rapidamente levar a uma situação em que a vítima é insultados, torturada e espancada por seus colegas. O bullying físico muitas vezes se agrava com o tempo e pode levar a um final trágico e, portanto, deve ser interrompido rapidamente para evitar qualquer escalada.

Verbal


bullying verbal é qualquer tipo de bullying feito através da fala. Chamar por nomes, espalhar rumores, ameaçar alguém e zombar de outros são formas de intimidação verbal. O bullying verbal é um dos tipos mais comuns de bullying. No bullying verbal, a arma principal do agressor é sua "palavra". Em muitos casos, o bullying verbal é competência das meninas. As meninas são mais sutis (e podem ser mais devastadoras), em geral, do que os meninos. As meninas usam o bullying verbal, bem como as técnicas de exclusão social, para dominar e controlar outros indivíduos e mostrar sua superioridade e poder. No entanto, também há muitos meninos com sutileza suficiente para usar técnicas verbais de dominação, e que são praticados no uso de palavras quando querem evitar os problemas que podem ocorrer com o bullying físico de outra pessoa.

Relacional


bullying relacional é qualquer tipo de bullying feito com a intenção de ferir a reputação ou posição social de alguém, que também pode se ligar às técnicas incluídas no bullyingfísico e verbal. O bullying relacional é uma forma de bullying comum entre os jovens, mas particularmente entre as meninas, pode ser usado como uma ferramenta pelos agressores para melhorar sua posição social e controlar outros. Ao contrário do bullying físico, que é óbvio, o bullying relacional não é evidente e pode continuar por um longo tempo sem ser notado.

Cyberbullying


cyberbullying é o uso da tecnologia para assediar, ameaçar, envergonhar ou atingir outra pessoa. Quando um adulto está envolvido, ele pode atender à definição de assédio ou perseguição virtual, um crime que pode ter consequências legais e inclui o envio de e-mails, mensagens instantâneas em redes sociais (como o Facebook), mensagens de texto e telefones celulares etc.


bullying

Bullying é o uso de força física, ameaça ou coerção para abusar, intimidar ou dominar agressivamente outras pessoas de forma frequente e habitual. Um pré-requisito é a percepção, pelo intimidador ou por outros, de um desequilíbrio de poder (social e político) ou poder físico, que distingue o bullying de conflito. Os comportamentos usados para afirmar dominação podem incluir assédio verbal ou ameaça, abuso físico ou coerção, e tais atos podem ser direccionados repetidamente contra alvos específicos. As justificativas para tal comportamento às vezes incluem diferenças de classe social, raça, religião, género, orientação sexual, aparência, comportamento, linguagem corporal, personalidade, reputação, linhagem, força, tamanho ou habilidade. O bullying feito por um grupo de pessoas, é chamado assédio moral .

Gaslighting

Gaslighting ou gas-lighting é uma forma de abuso psicológico no qual informações são distorcidas, seletivamente omitidas para favorecer o abusador ou simplesmente inventadas com a intenção de fazer a vítima duvidar de sua própria memória, percepção e sanidade. Casos de gaslighting podem variar da simples negação por parte do agressor de que incidentes abusivo anteriores já ocorreram, até a realização de eventos bizarros pelo abusador com a intenção de desorientar a vítima.

Abuso psicológico

Abuso psicológico, também conhecido como abuso emocional ou abuso mental, caracteriza-se quando uma pessoa submete ou expõe outra a um comportamento que pode resultar em traumas psicológicos, como ansiedade, depressão cronica, ou transtorno de stress pós-traumático. Esse tipo de abuso é frequentemente associado a situações de desequilíbrio de poder, tais como relações abusivas, bullying, assédio moral e abuso no local de trabalho.

Manipulação psicológica

manipulação psicológica é um tipo de influência social que visa mudar o comportamento ou a percepção dos outros por meio de tácitas indirectas, enganosas ou dissimuladas.

Requisitos para uma manipulação bem sucedida


Segundo o autor de psicologia George K. Simon, a manipulação psicológica bem-sucedida requer principalmente que o manipulador:

  1. Esconder intenções e comportamentos agressivos e ser afável.
  2. Conhecer as vulnerabilidades psicológicas da vítima para determinar quais tácitas são mais eficazes.
  3. Ter um nível suficiente de crueldade para não ter escrúpulos e causar danos à vítima, se necessário.
Consequentemente, a manipulação é provável que seja conseguida através de meios agressivos ocultos.

De acordo com Braiker

Harriet B. Braiker (2004) identificou as seguintes formas usadas pelos manipuladores para obter controle sobre suas vítimas:

  • Reforço positivo: inclui o elogio, charme superficial, simpatia superficial (lágrimas de crocodilo), desculpas excessivas, dinheiro, aprovação, presentes, atenção , expressões faciais como risadas ou risos forçados e reconhecimento público.
  • Reforço negativo: envolve prevenir a pessoa de de uma situação negativa como forma recompensa, por ex. "Você não terá que fazer sua lição de casa se me permitir fazer isso com você."
  • Reforço intermitente ou parcial: Reforço negativo parcial ou intermitente pode criar um efectivo clima de medo e dúvida. O reforço positivo parcial ou intermitente pode encorajar a vítima a persistir - por exemplo, na maioria das formas de jogo, o apostador provavelmente vencerá de vez em quando, mas ainda assim perderá dinheiro em geral.
  • Punição: inclui tagarelar, gritar], o tratamento silencioso, intimidação, ameaças, palavrões, chantagem emocional, fazer sentir culpa, mau humor, choro e se fazer de vítima.
  • Aprendizado traumático em um ensaio: uso de abuso verbal, raiva explosiva ou outro comportamento intimidador para estabelecer dominância ou superioridade; mesmo um incidente de tal comportamento pode condicionar ou treinar as vítimas para evitar perturbar, confrontar ou contradizer o manipulador.

5 dicas de como lidar com pessoas falsas na família

 A convivência com pessoas falsas pode ser bastante complicada e até perigosa, pois esses indivíduos podem contaminar o ambiente de maneira negativa e criar discórdia.
Lidar com pessoas falsas pode ser muito difícil e frustrante, uma vez que elas são exageradamente bajuladoras e boazinhas, caem em contradição com frequência, costumam inferiorizar os outros de maneira subtil e tendem a destacar o lado negativo das situações. Em geral, a melhor solução é manter distância deste tipo de pessoa, mas quando o indivíduo falso faz parte do seio familiar, nem sempre é possível evitar a convivência.
A convivência com pessoas falsas é potencialmente perigosa, pois esses indivíduos são capazes de contaminar o ambiente e semear discórdia, mesmo que elas não tenham a intenção de fazer isso ou de obter algum benefício com esta atitude. Para evitar problemas e inconvenientes resultantes da convivência com pessoas que agem de maneira falsa, portanto, é essencial saber como lidar com elas a partir das dicas a seguir:

Dicas para lidar com pessoas falsas na família

Mantenha distância sempre que possível

É claro que, se tratando se uma pessoa da família, pode ser meio difícil colocar essa dica em prática — especialmente se a pessoa em questão mora na mesma casa que você. Mais do que a distância física, porém, você deve manter distância emocional e mental: aja de maneira neutra, sem se envolver demais com a pessoa e sem faltar com a educação.

Não fale sobre sua intimidade e de seus problemas

Tenha muita cautela a respeito das coisas que você conta da sua vida, especialmente quando o assunto é muito íntimo. Dessa forma, você não dá espaço para que a pessoa falsa comente sobre sua vida pessoal com os outros.

Não compartilhe impressões sobre outras pessoas

Da mesma forma que você deve evitar falar sobre sua vida, é recomendado que você não comente a respeito da vida de terceiros com esta pessoa. Assim, você evita se envolver em intrigas e fofocas.

Trate a pessoa de maneira neutra e educada

Em vez de ficar brigando com seu familiar falso, prefira evitar conflitos por meio da convivência pacífica e educada. Deixe para investir sua energia em batalhas que realmente valem a pena.

Tente entender o que há por trás da falsidade

Por trás de todas as fofocas, maledicências e dissimulações, a pessoa falsa está infeliz e vivendo em sofrimento. Em vez de brigar, a melhor forma de ajudar esta pessoa é incentivando-a a encontrar a solução para este ciclo venenoso que está prejudicando o convívio familiar.

Lidando com um amigo falso


Comente diretamente sobre a falsidade. Uma coisa é um colega ou conhecido agir assim. No entanto, quando um amigo próximo começa, sua vida pode ser seriamente afetada porque é muito mais difícil evitar ou ignorar. Se notar uma mudança repentina no comportamento do seu amigo ou ele começar a agir de uma forma que você sabe que não é real, diga algo. Prepare-se para alguma resistência. Ninguém gosta de ouvir que está fazendo algo errado.
  • Por exemplo, se perceber que seu amigo está saindo com gente ruim e mesquinha para parecer "legal", diga a ele que está surpreso com isso. Seja educado, mas não deixe de mencionar que você acha as prioridades dessas pessoas terríveis.


  1. Faça perguntas para entender a origem da falsidade. Entender o porquê de seu amigo estar agindo assim pode facilitar a superação do comportamento falso. Perguntar sobre o novo comportamento do seu amigo pode ajudar a entender o que está acontecendo, mas é importante manter o respeito. Você não quer deixá-lo triste se puder evitar. Tente perguntar coisas como:
    • "Viu, eu percebi que você anda agindo diferente. O que está acontecendo?"
    • "Então, você tem andado com um pessoal diferente, né?"
    • "De ondem surgiram as coisas novas que você tem dito ultimamente?"
    ´
Tenha uma conversa sincera se o problema for grave. Até certo ponto, o que seu amigo decide fazer é problema dele. Mas se a vontade de ser legal "de mentira" levá-lo a fazer coisas que ele não deveria, é seu dever como bom amigo intervir. Você pode não conseguir evitar que seu amigo faça certas coisas, mas pode fazer com que ele saiba o quão prejudiciais você acha que elas são.
  • Se seu amigo estiver envolvido com coisas que coloquem a segurança dele em risco (como, por exemplo, drogas), você pode contar para um coordenador da escola ou os pais dele. Eles podem ficar bravos, mas é melhor que a alternativa.
  • Só faça isso se estiver realmente preocupado com a segurança dele. Não é sua função patrulhar as escolhas do seu amigo.


Esteja disposto a "dar um intervalo" na amizade. A verdade é que você não pode forçar alguém a deixar de ser falso. Se estiver com problemas para mostrar a luz ao seu amigo, afaste-se um pouco. Deixe a relação esfriar antes de voltarem a se falar. Evite sair sozinho com a pessoa e limite suas iterações quando estiverem em um grupo. Mostrar ao seu amigo que o comportamento falso está afastando quem ele gosta pode persuadi-lo a parar. Senão, pelo menos vai limitar a capacidade que ele tem de deixá-lo irritado.