segunda-feira, 15 de abril de 2019

7 sinais de que alguma coisa não vai bem na sua mente

Na verdade não se pode falar de uma mente “normal” e outra “anormal”. Se você olhar bem, o que em uma determinada época e local é “normal”, em outro tempo e outro lugar pode ser considerado patológico. A mente e o comportamento humano têm manifestações muito variadas, e o fato de saírem do comum não significa dizer que estejamos diante de algum tipo de problema.
Apesar disso, também é bom lembrar que a mente pode apresentar problemas e/ou adoecer. Por exemplo, isto acontece quando alguém desenvolve ideias ou condutas que sistematicamente machucam a si mesmo ou aos outros, ou quando existe uma dificuldade severa para distinguir os fatos das fantasias.
“As cadeias da escravidão somente amarram as mãos: é a mente que torna o homem livre ou escravo”.
-Franz Grillparzer-
A grande dificuldade está nas pessoas que têm problemas psicológicos e que muitas vezes não são conscientes disso. Em geral isso se reflecte em um relacionamento de confrontos: quanto mais graves os problemas, menos consciente a pessoa é. Isso se deve ao fato de que a dificuldade se cria na mente, e essa mesma mente é a que realiza a avaliação.
Por isso é importante estar atentos aos sintomas. Estes se definem como traços, sinais ou características de conduta. Não são conclusivos, mas podem sugerir a existência de alguma dificuldade na mente. A seguir apresentamos 7 deles.

A percepção e os problemas na mente

A percepção é a capacidade de captar o mundo com os sentidos. Audição, visão, tacto, paladar e olfacto. O correto é perceber as cores, as formas, os cheiros, etc., tal como são. Está bem, ok, existe uma margem, o nosso sistema de percepção é especialista em nos “passar a perna” e não por isso existe um problema sério em nossas mentes. Para determinar se é ou não é, uma dica é avaliar se estas “passadas de perna” estão condicionando a sua vida, e se são ou não a causa de um mal-estar.
Às vezes nossas mentes percebem coisas que realmente não estão ali.Vemos, ouvimos ou sentimos alguma coisa que não existe. Isto é vivenciado de forma muito real, mesmo não sendo. É comum que todos alguma vez tenhamos alguma experiência alucinogéna. É comum, por exemplo, quando estamos sozinhos ou estamos em uma casa antiga: nestas situações a mente amplifica a intensidade de qualquer tipo de estímulo. Pense que o problema aparece quando isso se torna constante e o mal-estar que provoca se intensifica.

A organização do pensamento

É compreensível que todos tenhamos momentos ou fases de dispersão. Passamos de um assunto para outro, ou de uma actividade para outra, sem muita ordem. O stress ainda faz o caos aumentar. Em geral, a consequência é “apenas” mais stress.
O problema aparece quando essa dispersão se transforma em incoerência e se mantém de forma quase constante. Tal incoerência se refere a uma certa incapacidade de manter o fio de um pensamento ou de uma conversa. A pessoa pula de uma ideia para outra, sem nexo aparente entre uma e outra.

O conteúdo do pensamento

O conteúdo do pensamento denota uma mente afectada quando tem certos traços. O mais notável deles é a fixação. As crenças inflexível e intensas são, em si mesmas, um problema. Mas quando além disso estão afastadas da realidade, podem ser fonte de grande angústia.

O estado de consciência

Na nossa vida diária existem muitos fatos que fogem da consciência. Isso é próprio de qualquer mente “normal”. Por exemplo, acontece quando levantamos da cadeira para fazer alguma coisa e, assim que ficamos de pé, esquecemos ou deixamos para trás de forma deliberada nossas intenções.
No caso destas fugas de consciência se tornarem corriqueiras, ou envolverem fatos relevantes, poderíamos falar de um problema na mente. Se alguém faz alguma coisa e depois não tem ideia de por que ou para que ou como o fez, então há uma boa razão para suspeitar.

A mente e a atenção

Os problemas de atenção têm a ver com uma ausência ou excesso de concentração. Quando existe falta de foco, a mente dança de um lado para o outro, sem rumo. Por exemplo, a pessoa é incapaz de seguir uma instrução passo a passo.
Se, pelo contrário, existe um excesso de foco, a pessoa perde a atenção periférica. Isso quer dizer que é incapaz de se conectar com o entorno quando dirige a sua atenção para alguma coisa. Obviamente, para que seja um problema da mente este sintoma precisa ser severo e se manter presente durante o tempo que os critérios diagnósticos estipulam.

A memória e o reconhecimento

Os lapsos de memória e a incapacidade de reconhecimento podem ter muitas causas. Surgem do stress, da fadiga, ou do excesso de estímulos, entre outros factores. A memória humana não é como a de um computador. Por exemplo, pense que as emoções influenciam muito na profundidade com que registarmos um fato ou um dado.
O que algumas pessoas chamam de “lacunas mentais” ou amnésias parciais ou totais de fatos relevantes constituem um indicador de que alguma coisa está acontecendo naquela mente. O esquecimento recorrente, ou a incapacidade de reconhecer fatos nos quais esteve envolvido, são fontes de suspeita com fundamento.

A linguagem e a mente

A linguagem é o principal veículo do pensamento. Uma linguagem clara fala de uma mente clara. Mas ao contrário, sempre que existe um problema na mente, isso se reflecte em uma linguagem confusa, desorganizada ou pouco pertinente.

No campo da linguagem cabem expressões não estritamente verbais, como o tom de voz ou o gestual. Alguém que não é capaz de sustentar o olhar ou que faz excessivos movimentos quando fala também pode ter problemas. Lembre-se de que neste, como nos outros casos, é necessário que a análise seja feita por um profissional.

Humilhação: um ataque à nossa identidade

Humilhação: um ataque à nossa identidade

Há muitas emoções que podemos sentir intensamente. Culpa, raiva e tristeza são algumas deles. No entanto, há uma que não mencionamos e que causa um impacto tão forte que pode nos destruir: a humilhação.
A humilhação é um estado emocional negativo que deixa uma profunda e negativa sensação em cada um de nós. Sentir que não valemos nada, que somos medíocres, que independentemente do que façamos seremos ridicularizados, é uma cruz que podemos arrastar por um longo tempo.

A humilhação activa áreas cerebrais ligadas à dor

A Universidade de Amsterdã realizou um estudo no qual participaram 46 voluntários para comparar suas reacções diante de diferentes estados emocionais. Os pesquisadores analisaram as ondas cerebrais dos participantes enquanto estes ouviam insultos e elogios em uma tela.
Os participantes também contaram histórias diferentes nas quais eles tinham que se colocar na pele dos protagonistas. Desta forma, poderiam conectar suas emoções colocando-se em seus lugares. Por exemplo, em uma das situações eles marcavam com alguém e, assim que esta outra pessoa chegava, virava-se e ia embora.
Os pesquisadores descobriram que o sentimento de humilhação causa uma actividade cerebral muito mais rápida e intensa do que a alegria, mais negativa que a raiva e que, além disso, as áreas ligadas à dor também foram activadas.
Embora os elogios criem alegria, o sentimento de humilhação era muito mais intenso que aquelas emoções prazerosas. Mas, o mais incrível foi observar que ele não podia competir com a raiva. Os insultos fizeram com que muitos dos participantes ficassem irritados ou chateados, mas a humilhação tinha uma carga muito mais negativa.

O sentimento de humilhação está presente em nossas vidas diárias

A humilhação é uma emoção presente no dia a dia. Na verdade, muitas pessoas não conseguem se comunicar se não for humilhando os demais, acreditando que estão realmente lhes fazendo o bem. O que acontece é que eles não têm a empatia necessária para transmitir o que querem dizer de uma maneira mais agradável e subtil.
Um exemplo seria a mãe que elogia o colega de seu filho e o mostra como uma referência em várias tarefas e comportamentos. Sem saber disso, ela pode estar negligenciando o esforço de seu filho. Se essa comparação for feita com as duas crianças presentes, o desconforto do seu filho pode ser ainda maior por causa da humilhação criada.
A humilhação é uma emoção desagradável e intensa que geralmente dura ao longo do tempo devido à profundidade de sua ferida. Isso afecta nossa auto estima e, de alguma forma, torna muito difícil fortalecê-la novamente.

Diante da humilhação, auto estima
O que podemos fazer diante de tudo isso? Como podemos evitar que a humilhação nos afecte e nos deixe uma profunda marca? Como gerenciar o desconforto que nos causa?
A chave é conhecer a si mesmo e se valorizar. É não dar mais poder à opinião dos outros do que às nossas. É saber quem somos e impedir que os outros nos definam. Em suma, é cuidar da nossa auto estima para que, em momentos de dúvida, possamos recuperar a confiança em nós mesmos.
Para isso, é muito importante cuidar da nossa linguagem interna, da maneira como falamos com nós mesmo. Nós nos dizemos coisas agradáveis ​​ou repetimos constantemente “eu sou um tolo”, “tudo dá errado comigo” ou “eu sou um desastre”?
Temos que nos tratar bem, valorizar-nos e nos amarmos. Se somos permissivos com os outros, por que não sermos com nós mesmo? Sempre existirão os erros, não queremos ser perfeitos.
Nós temos que nos valorizar até o ponto em que qualquer tentativa de humilhação por parte de outra pessoa seja indiferente para nós. Porque não podemos impedir que outros nos humilhem, mas podemos mudar a maneira como isso nos afecta.
Agora que entendemos que isso é um ataque à nossa identidade cujo objectivo é nos causar dor, vamos agir. Vamos começar a valorizar-nos, a não depender tanto da aprovação externa e acreditar que somos bons e capazes.

quinta-feira, 11 de abril de 2019

9 sinais de que você precisa terminar seu relacionamento

1. Sentir-se infeliz no relacionamento

2. Você não pode ser você mesmo quando está ao lado do parceiro ou parceira

3. A outra pessoa tenta controlar tudo que você faz

4. Seu parceiro ou parceira quer que você se isole do resto do mundo

5. Tem ciúmes sem motivos


6. Frequentemente, menospreza suas conquistas

7. É difícil ou impossível imaginar um futuro juntos

8. Tentar fazer com que você se sinta culpado

9. Ataques incontroláveis de fúria

Podemos fazer alguém se apaixonar por nós? A ciência diz que sim!

1. Não compre um sorvetinho no primeiro encontro

2. As vantagens de um contato visual prolongado

3. Conte algo embaraçoso sobre você

4. Não faça nada; deixe que façam algo por você

5. Um detalhe pode criar uma linguagem única com seu pretendido, mudando o nível da relação

6. O tamanho da pupila importa

7. Passem muito tempo juntos... e, logo, você fará falta

8. Faça com que a pessoa escolhida associe você a algo bom

9 Hábitos que definem uma pessoa fracassada

1. Culpar os outros pelo seus problemas

2. Comparar-se a outras pessoas

3. Não confiar em si mesmo

4. Abandonar seus objectivos e princípios

5. Não saber se comunicar com outras pessoas

6. Adiar as coisas

7. Não aceitar outros pontos de vista

8. Amar ofertas e ser perdulário

9. Invejar e caluniar os outros

8 Razões que levam muitos homens modernos a ficarem solteiros

1. Baixa autoestima e falta de autoconfiança

2. Um aspecto físico não agradável

3. Incapacidade de causar uma boa impressão

4. Muito trabalho

5. Uma experiência triste de uma relação anterior

6. Posição desfavorável do homem em um divórcio

7. Medo de assumir responsabilidades

8. O hábito de viver sozinho


Casamento harmonioso

Saber escutar o outro " Falaremos sobre isso juntos".

Mostrar amor, carinho e apoio.

Ver as vantagens de estar com a outra pessoa.

Cada um deve se doar da melhor maneira possível.

Entender que cada um tem a sua vida. "Tenho coisas para fazer".

Resolver os problemas juntos. "Quero resolver os problemas, vamos encontrar uma solução juntos".

Criticar a ação, não a pessoa. "Aconteceu X, senti a emoção B e quero sentir C".

Confiar na outra pessoa e não exigir explicação para tudo.